domingo, 29 de março de 2009

O essencial é invisível aos olhos

Tive uma conversa com o Pequeno Príncipe e ele estava bastante chateado com o que descobriu do amor.

Na verdade ele descobriu a parte ruim, que apesar de ser metade, não é a melhor parte para um principiante conhecer logo de cara.

Ele pensava no amor como um mar de rosas e como sempre gostou de rosas...

Ele escreveu cartas sem fim, telefonou e telefonou mais, ela nunca estava.

Até que o Pequeno Príncipe quis deixar de ser príncipe para que lhe concedessem asas.

Ele me disse que as pessoas podem ser cruéis, eu já sabia disso.

Disse também que a maioria não entendia o que realmente era amor e era demasiado cansativo para ele explicar o que é incompreensível para as pessoas cruéis.

Disso eu ainda não sabia, talvez eu fosse cruel também, sobre isso ele nada disse.

4 comentários:

camillolandoni disse...
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camillolandoni disse...

Oi, Juliana,

Eu estou sem computador há uma semana.

Eu estava escrevendo o post do aniversário do meu blog quando travou tudo e por isso estou numa lanhouse, de onde mando esse recado pra vc.

E quanto ao Pequeno Príncipe, é uma história antes de tudo sobre amizade, tema preferido do escritor francês, e o que o Pequeno Príncipe descobre no final é que a sua melhor amiga esteve sempre ali, bem perto dele.

Como Saint-Exupery era aviador, seus personagens tbm tinham uma queda por viagens, que acabavam sendo uma metáfora para as nossas sempre valiosas descobertas existenciais.

BJule!

Puro Landoni disse...
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Puro Landoni disse...
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