domingo, 7 de dezembro de 2008

Les choix et les solutions

Sabe escolhas?

Aquelas coisinhas que você e só você pode decidir?

Elas aparecem sempre pra mim. E da pior maneira possível.

Quando eu estou desprovida de qualquer recurso que me faça tomar uma decisão pra sair

daquele é ou não é.

E quando eu penso que pra acabar com tudo só depende de mim, que já decidiram e que a mim só basta tomar as atitudes de aceitar ou não aquilo que decidiram, chegam outras decisões pra tomar.

Eu não gosto de tomar decisões que envolvam sentimentos, ainda mais os meus e eu odeio tomar decisões precipitadas ou por impulso.

Odeio ser impulsiva.

Eu me importo com os outros, mas a facilidade de regeneração deles é bem maior que a minha.

Eu tomei decisões precipitadas hoje e eu disse muitas besteira eu devia ter parado quando você me alertou, mas eu continuei, eu não sabia o que dizer e acabei falando demais, você não sabia o que fazer e não fez nada.

Eu simplesmente odeio o modo como nada me faz sorrir completamente.

Eu terminei tudo com um tchau e ainda ganhei um beijo.

Eu só preciso conseguir.

24 dias, 4 semanas e deixa eu esquecer do relógio marcando horas, minutos e segundos.

Se não tiver jeito então fica distante.

Eu só preciso de uma escada de emergência, meu coração está pegando fogo e o dióxido de

carbono embaça a minha visão.

Deve ser por isso que o amor é cego.

Alguém me salva por favor? Está me intoxicando e não, eu não me sinto nada bem.

Eu não fui totalmente sincera, mas também não menti.

Omitir é o meu pior erro, quase como mentir pra mim, uma mentira que tá na cara, mas que teimo em acreditar.

A minha escolha é sempre a mais difícil, por mais simples que possa parecer.

Eu não menti, mas me enganei. Pra variar.

-

-Eu quase morri hoje!

-Mentira...

-E se fosse verdade?

-Mas não é.

-Se fosse você não ligaria né?

-Não fala besteira!

-Então qual seria sua reação?

-Quer que eu fale que choraria?

-Se você sentisse minha falta bastava.

-Você é tão boba que me diverte.

-É, eu quase morri hoje, de verdade.

-E qual foi a sensação?

-Eu só pensei em você.

-Obrigado.

-Não precisa agradecer, é involuntário.

-Mesmo assim. Obrigado.

-De nada.

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