quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Soneto do desamor

O barulho do chicote arrastando na carne

O desejo que evapora no gemido

As mãos a procura de amor límpido

E o doce aroma de suor

Juliana, eu te amo!

Um olhar que desnuda a alma

A Alma desnudada em prazer

O prazer que aquece o tempo

O tempo que faz esquecer

Eu admiro sua inteligência

Um, dois, três gozos opacos sobre si

Cada qual tem seu dono

Cada dono paga um preço

Adoro seus questionamentos

A valiosa arte de saber amar

Amar tão profundamente, um, dois, três

Amar a todos sem amar ninguém

Juliana Marques

2 comentários:

Puro Landoni disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Puro Landoni disse...

Ficou legal?
Espero que vc goste.