quinta-feira, 6 de novembro de 2008

palavrinhas

Minhas palavras não te seduzem,

não chamam a tua atenção,

minhas palavras nascem apagadas quando

falam ao teu confuso e agitado coração.

gfhfhfhghgfhfhghfghffgfhfhfhfhfhf

Minhas palavras não têm sílaba forte

não têm vogal, nem consoante,

minhas palavras nem sílaba têm.

ruuuuurutrryryryryryryryryrr

Mas hoje minhas palavras são

assim como as tuas, que vêm de um peito lancinante

sofrido e libertando palavras que pedindo por uma chance

atraem as minhas também.

tryryryryyryryryryryryryryr

Mas se minhas palavras de ontem não foram ouvidas

por quem diz as palavras que amo,

ainda que sejam palavras tristes e sofridas,

por que insisto em dizê-las, palavras mudas,

por que persisto em expressá-las

num lento e sofrido engano?

ytrytyrytyryryryryryryryryry

Talvez porque quando um peito

tantas vezes se desnuda

nossa vontade se pareça mais

com um amor real que não se acredita

do que com uma indiferença arquitetada,

mas sempre convincente, sempre suscitando

novas e sinuosas palavras;

as tuas, não as minhas palavras não ditas.

dkdkdkdjdjdjdjdjdjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjd

Camillo Landoni

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